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Mitologia é o estudo dos mitos, deuses e lendas. Os mitos são histórias de caráter popular ou religioso que têm por objetivo a explicação de coisas complexas, que passavam do entendimento das pessoas comuns na época de seus surgimentos.
Normalmente a mitologia é associada à sociedade de sua fundação, como a mitologia que surgiu na Grécia é denominada Mitologia Grega, sendo essa a mais famosa de todas. Em várias religiões a mitologia está presente de alguma forma. No Neopaganismo, por exemplo, a mitologia é a própria caracterização de sua fé.
Na sociedade atual, a mitologia está fortemente presente. Diversos jogos como Final Fantasy e Ragnarök; filmes e séries de televisão, como Harry Potter e Cavaleiros do Zodíaco possuem suas bases na mitologia.
Orfismo, ou Cubismo Órfico, foi um movimento da pintura francesa, surgido por volta de 1912 sob influência cubista, e que teve história breve.
A palavra Orfismo vem de Orfeu, o poeta-cantor da mitologia grega. O movimento foi assim nomeado por Guillaume Apollinaire, para designar um grupo de artistas que, apesar de pertencentes ao Cubismo, tendiam cada vez mais à abstração, e por refletir a vontade destes artistas de inserir um caráter mais lírico e colorido ao rígido cubismo intelectual de Pablo Picasso, Georges Braque e Jean Antoine Arthur Gris.
A principal característica orfista era o uso da cor como meio essencial e primordial da sua expressão artística, Robert Delauney, personalidade chave do movimento, dizia que “Só a cor é simultaneamente cor e motivo.” No Orfismo há uma tendência à abstração e à pintura pura. Assim como no Fauvismo, é deixada de lado a necessidade extrema de lidar com linhas e medidas, a pintura é produzida através de instintos, por isso a tendência à pintura pura. A característica lírica se sobrepõe a toda a capacidade política e crítica da obra, realizando as obras por mero prazer de produzir arte, beleza e sentimento, e também de refletir o mundo moderno do início do século XX.
O Orfismo pregava a capacidade musical e espiritual da pintura, e o termo foi muito usado também por expressionistas alemães e simbolistas.
Os principais nomes deste movimento foram: Robert Delaunay, Fernand Léger, Marcel Duchamp, Francis Picabia, Frank Kupka, Guillaume Apollinaire, Sonia Delaunay-Terk, Patrick Henry Bruce, Arthur B. Frost, Franz Marc, August Macke, Paul Klee.
O Purismo foi um movimento artístico advindo do Cubismo, que defendia a purificação da pintura e da arquitetura, com a desvinculação da influência emocional nas obras. Iniciou-se no final da segunda década do século XX, após o fim da Primeira Guerra Mundial.
O Purismo valorizava a purificação das formas geométricas, e propôs uma arte sem subjetividade ou fins decorativos. Também não utilizava recurso de profundidade nas obras, que sempre eram produzidas em apenas duas dimensões. Já na arquitetura, o uso de formas geométricas básicas e pouco elaboradas refletia o desejo de produzir uma arte completamente racional.
O movimento surgiu oficialmente com a publicação do livro “Après le cubisme”, de Amédée Ozenfant e Charles-Edouard Jeanneret. Na obra, estes artistas criticam a transformação do Cubismo numa arte decorativa, e reivindicam a volta da arte saudável, baseada na objetividade, clareza e utilidade, como uma luta em defesa da retomada da ordem e dos limites racionais da arte.
Segundo os artistas adeptos do Purismo, o ser humano possui uma necessidade de ordem para alcançar o equilíbrio, e por isso as obras remetiam a formas proporcionais, para promover certa harmonia espiritual. O advento da máquina, em larga expansão e rápida mutação no início do século XX, também é muito importante no desenvolvimento da arte purista, pois reflete a necessidade de ordem e substituição defendidas pelo movimento, bem como o uso necessário da arte e da arquitetura, levando em consideração a funcionalidade, e não a beleza ou subjetividade.
Alguns conceitos defendidos largamente pelo movimento purista foram a beleza da funcionalidade eficiente, a razão na arte, a importância da precisão e o destaque do essencial e coletivo. A arte purista retoma muitos temas do Cubismo, como a pintura de instrumentos musicais e temas do cotidiano, e os artistas pertencentes ao movimento negavam que houvesse uma abstração geométrica. Apenas defendiam a construção de “objets types”, que significa “objetos padrão”, inspirados na natureza e na produção humana, como as máquinas. Por conta dessas características, o Purismo remonta a ideais ainda do Humanismo Renascentista.
Por toda objetividade, ausência de ornamentação, simplicidade e harmonia proporcional, o Purismo não teve vida longa, foram em torno de oito anos de duração, pois não estabeleceu grande popularidade em Paris e não se firmou como escola pictórica.
Os principais nomes do Purismo foram: Henri Laurens, Jacques Lipchitz, Amédée Ozenfant, Charles-Edouard Jeanneret, Paul Dermée, Maurice Raynal, Pierre Reverdy, Blaise Cendrars e Fernand Léger.
A arte é uma forma do ser humano expressar suas emoções, sua história e sua cultura através de alguns valores estéticos, como beleza, harmonia, equilíbrio. A arte pode ser representada através de várias formas, em especial na música, na escultura, na pintura, no cinema, na dança, entre outras.
Após seu surgimento, há milhares de anos, a arte foi evoluindo e ocupando um importantíssimo espaço na sociedade, haja vista que algumas representações da arte são indispensáveis para muitas pessoas nos dias atuais, como, por exemplo, a música que é capaz de nos fazer felizes quando estamos tristes. Ela funciona como uma distração para certos problemas, um modo de expressar o que sentimos aos diversos grupos da sociedade.
Muitas pessoas dizem não ter interesse pela arte e nem por movimentos ligados a mesma, porém o que elas não imaginam é que a arte não se restringe a pinturas ou esculturas, também pode ser representada por formas mais populares, como a música, o cinema e a dança. Essas formas de arte são praticadas em todo o mundo, em diferentes culturas. Atualmente a arte é dividida em clássica e moderna, qualquer pessoa pode se informar sobre cada uma delas e apreciar a que melhor se encaixa com sua percepção de arte. Fonte: Brasil Escola
Entre 1918 e 1938, o mundo viveu um período chamado “entreguerras”: vinte anos que separaram as duas grandes guerras mundiais. Com o fim da Primeira Guerra, em 1918, a Alemanha, derrotada, encontrava-se em uma profunda crise. Para sair da guerra e manter o que restou de seu exército, assinou um acordo de paz chamado “Tratado de Versalhes”. Esse tratado, além de responsabilizar a Alemanha pela Primeira Guerra, proibia o país de fabricar armas, tanques e aviões; obrigava a devolução de territórios conquistados e a redução do exército alemão, além de exigir o pagamento de uma indenização aos países vitoriosos, pelos danos de guerra. Essas imposições criaram na Alemanha um clima de revanchismo, revolta, por parte da população que estava se sentindo humilhada. No final da guerra, o regime monárquico do Kaiser (imperador) caiu, dando início a “República de Weimar”.
Em 1917, a Rússia, comandada pelo socialista Lênin, derrubou o governo do Czar Nicolau II e instaurou uma nova forma de governo democrático: o comunismo. Os países que baseavam suas economias no capitalismo e na exploração do trabalhador se viram ameaçados. Uma onda de movimentos antidemocráticos surgiu no cenário mundial, com o intuito de conter o crescimento do comunismo. Na Itália predominava o fascismo; em Portugal, o salazarismo; na Espanha, o franquismo; e na Alemanha, o nazismo. A palavra nazismo vem de Nazi, que é a abreviação de Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, que de socialista não tinha nada. Seu líder chamava-se Adolf Hitler e o partido adotou como símbolo a “suástica”, uma cruz encontrada em diversas tribos.
Hitler nasceu em 20 de abril de 1889. Em 1923, Hitler, indignado com as péssimas condições que os alemães enfrentavam, oriundas da derrota na guerra, tentou um golpe de Estado em uma cervejaria, na Alemanha. Sem sucesso, foi preso. Na prisão, escreveu um livro que se tornaria a cartilha para o nazismo: “Mein Kampf” (Minha luta). Nesse livro, Hitler defendia a hegemonia da raça ariana, alegando que a Alemanha só se reergueria quando os povos se unissem “num só povo, num só império, num só líder”. Outras etnias, como judeus e negros, deveriam ser executados. Hitler não gostava de judeus, pois afirmava que a Primeira Guerra só foi desastrosa por conta da traição dos judeus marxistas. Além do ódio contra outras etnias, Hitler também defendia o extermínio de testemunhas de Jeová e homossexuais. E comunistas, é claro. Para executar suas ordens, foram criadas as Seções de Assalto (S.A), as Seções de Segurança (S.S.) e a Gestapo (polícia secreta).
Os alemães viam em Hitler uma salvação para a crise que o país enfrentava. Rapidamente o partido cresceu. Agricultores, jovens, soldados, em todas as classes, tornaram-se adeptos do novo partido. Com a crescente do partido, o presidente alemão Hindenburg, amedrontado, ofereceu o cargo de chanceler a Hitler, que instaurou uma política de repreensão contra seus opositores: os líderes comunistas foram presos em campos de concentração e, posteriormente, executados. Em agosto de 1934, o presidente Hindenburg morreu e Hitler assumiu o cargo máximo, sem abrir mão do seu cargo antigo. Criou o Terceiro Reich (império) e se proclamou Führer (líder, em alemão). Sua primeira medida como ditador foi a execução de milhares de judeus, comunistas, homossexuais, negros e outros nos campos de concentração. Esse episódio ficou conhecido como “Holocausto”.
Uma figura fundamental na difusão do nazismo foi Joseph Goebbels. Hábil orador, cineasta e agitador, Goebbels foi nomeado ministro da propaganda nazista. Além de censurar os veículos de imprensa, Goebbels fazia filmes que alienavam a população, com promessas de um mundo melhor, com a supremacia ariana. Controlava o rádio, a televisão e os jornais, divulgando seus filmes e discursos panfletários em prol do nazismo.
Em 1939, teve início a Segunda Grande Guerra. Hitler, colérico, enviou toda a tropa alemã. Depois de inúmeras derrotas, o exército alemão tentou a última cartada: em junho de 1941 invadiu a União Soviética. Apesar das vitórias iniciais, Hitler não contava com o rigoroso inverno e suas tropas foram surpreendidas, ficando cercadas por tropas russas. Sem comida, sem água e enfrentando um frio congelante, o exército alemão foi derrotado. Hitler, cercado pelo exército vermelho, em seu bunker (esconderijo militar), suicidou-se com um tiro na cabeça.
Hoje muitos estudantes não estão interessados na disciplina de História. O principal motivo disso está na dificuldade que eles tem em ver uma utilidade para a História e por não conseguir se localizar dentro do processo linear histórico. Vamos disponibilizar pra você uma linda do tempo, que fará com você possa entender e localizar no tempo os fatos mais importantes que aconteceram e que nos atinge até hoje. No link a seguir você irá para o site do canal History Channel, entre em Time Line para ver a linha do tempo da história.Click aqui.
No final do século XIX Svant Arrhenius criou a teoria que diz que ácidos e bases se dissociam em água produzindo íons positivos e negativos.Mas o que são íons? Íons são átomos elétricamente carregados.
Ácidos são substâncias que quando dissolvidas em água produzem íons de hidrogênio (+H).
Bases são substâncias que quando dissolvidas em água produzem íons de hidroxíla (-OH).